Criminosos que se
intitulam “revolucionários black blocs”, distribuem cartilha com táticas
de guerrilha para membros da facção. A estratégia inclui assaltos,
emboscadas, execuções, uso de coquetéis molotov e até explosão do
Senado, segundo exemplar obtido pela coluna. Barricadas e placas como
“fogo na PM” aparecem no material. Para os policiais descobertos
infiltrados, o grupo é taxativo: morte.
Na cartilha, os black
bloc se definem como “revolucionários”. Para o bando, o nome adotado
deve ser “grupo de intimidade”. Entre os deveres dos black blocs, o
material impõe o “revide não-pacífico” às forças policiais do Estado. Ou
seja, bala na polícia.
O guia ensina como
fabricar explosivos, alguns deles podendo chegar a 2.000 ºC. Tem de
tudo, até bomba a partir de um desodorante. Os “justiceiros” divulgam
uma lista com alguns dos inimigos que devem ser “combatidos da forma
como merecem”: Polícia, Exército e Políticos.
0 Comentario "A CARTILHA DO TERROR: FACÇÃO BLACK BLOC DISTRIBUI CARTILHA DE GUERRA "
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